O Banquete

E é mau aquele amante popular, que ama o corpo mais que a alma, pois não é ele constante, por amar um objeto que também não é constante. Com efeito, ao mesmo tempo que cessa o viço do corpo, que era o que ele amava, “alça ele o seu vôo”, sem respeito a muitas palavras e promessas feitas. Ao contrário, o amante do caráter, que é bom, é constante por toda a vida, porque se fundiu com o que é constante.
Platão, O Banquete

O computador que estou usando neste momento leva tanto tempo para abrir e salvar imagens complexas que, a cada operação, enquanto espero eu leio um trecho dessa obra. Vale como curiosidade histórica e cultural: é interessante ver como pensava um dos maiores formadores de opinião de sua época, cujas idéias ainda ecoam no pensamento moderno. Quem nunca ouviu falar em amor platônico?

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3 comentários sobre “O Banquete

  1. Fer: você acaba de me dar um estímulo para ler!

    David: é o tal negócio, se alguém te der limões, faça uma limonada… rs!

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