Originalmente publicado no extinto GNTD – Garotas Nerds Também Dançam em 6 de dezembro de 2009.

Estudo tribal fusion há menos de 6 meses, portanto estou a anos-luz de ser uma entendida no assunto. Mas paixão nova é sempre estimulante e a gente quer saber tu-do sobre o objeto da nossa obsessão. Desde que meti o pé no planeta dança, descobri diversas bailarinas que se tornaram referências para mim. Não é que elas sejam as melhores do mundo, mas certamente estão entre elas. Não pretendo menosprezar de maneira alguma o trabalho de outras deusas tribais, mas este post é uma questão pessoal. Cada uma com seu estilo, visual e atitude, elas capturaram completamente minha atenção. Zoe Jakes mistura o tribal fusion “clássico” (se é que dá pra chamar assim) com movimentos levemente robóticos, dando os chutes e rodopios mil que já fazem parte do seu estilo hipnótico. O grupo Urban Tribal, encabeçado por Heather Stants, mostra impressionante sincronia com um figurino minimalista e uma coreografia que lembra muito a dança contemporânea. Dusty Paik mistura ritmos mais modernos, como hip hop e street dance, a um ótimo trabalho de braços e movimentos que parecem um vídeo em rewind. Nanda Najla (brasileira!) arrasa com seu bellytango, que, como sugere o nome, faz a fusão entre a dramaticidade do tango e a sensualidade da dança do ventre. Aubre Hill cria em seu fosse fusion uma coisa única, dramática e empolgante, com um visual charmoso e, gente, a muié abre esparcate a prestação e fazendo ondulado de ventre :-S.
Mas dizem que uma imagem vale mais que mil palavras – imaginem então imagens em movimento. Confiram e babem.
Zoe Jakes
Urban Tribal
Dusty Paik
Nanda Najla
Com o parceiro Carlos Clarck, fusion e tango clássico numa só apresentação
Aubre Hill
Por enquanto meu camelinho tá manco e meu oito egípcio tá mais pra paraguaio, mas eu chego lá.